A maioria das marcas continua a comunicar para algoritmos em vez de pessoas

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Existe uma obsessão crescente com:

  • alcance,

  • tendências,

  • hacks,

  • horários,

  • formatos,

  • algoritmos.

E, no meio disso, muitas marcas esqueceram o mais importante: há pessoas do outro lado do ecrã.

O algoritmo pode aumentar distribuição.

Mas não cria ligação. Não cria confiança. Não cria relevância.

Quando toda a comunicação começa a ser pensada apenas para “performar”, o conteúdo perde identidade e aproxima-se rapidamente do ruído.

As marcas mais fortes não são as que seguem todas as tendências.

São as que conseguem manter clareza, coerência e autenticidade mesmo num ambiente digital cada vez mais acelerado.

Desenvolvido por: Artur Madeira Consultoria